Era quase 18 horas. Chegou em casa, sua fortaleza, depois de trabalhar o dia inteiro a verdade de sua existência. Olhou o lixo do banheiro vazio e foi tomar banho. A água lavava a fumaça do dia todo mas não limpava o que estava impregnado, o que fedia. Apelou ao sabonete.
Depois do banho tentou respirar fundo por alguns instantes, mas o relógio atraía seus olhos como um imã. Ja era 20 horas e precisava terminar um imenso relatório da imensa empresa que trabalhava. Terminou a meia noite, exata meia noite e foi dormir.
Olhando para o teto, meia hora depois adormeceu por 2 horas ate começar a sonhar. Acordou eufórico e sabia que teve um pesadelo, algo angustiante que o impedia de descansar. Pensou no próximo dia e teve que levantar para pegar água para aliviar a garganta seca.
5:45. Acordou 15 minutos antes do despertador tocar, parecia que não desgostava do seu outro dia, do seu próximo dia. Caminharia por outro caminho para gastar os 15 minutos que perdeu de sono. Outro caminho que chegaria ao mesmo lugar e no mesmo horário.
Outro dia passou, o almoço passou e ja era novamente 18 horas. Amanhã seria sábado e , depois de acabar seus afazeres, subiria em uma montanha, a mais alta que pudesse, para se imaginar voando. Parecia sufocar em meio a tanta vontade de dormir, de sonhar, mas vivia de insônia. Passaria a noite em claro e ficaria indisposto durante todo o final de semana.
sábado, 15 de junho de 2013
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Chaves e fé
Preocupamos em fechar
Tantas portas a trancar
Que esquecemos de viver
Nos ensinaram a crer
Depois pra poder entrar
Não devemos esquecer
Nossas chaves carregar
Juntas a nos vão crescer
Se por acaso perder
Entrar não vamos poder
Nos podemos procurar
Ou na igreja descansar
Gabriel MSG
terça-feira, 4 de junho de 2013
Minha música
Areia da praia
Gabriel M.S.G.
(...)Pois eu deito na beira da areia no verão
para salvar sereia da areia que roubou meu coração
Deito na beira da areia na primavera
para ver filhos de gandhi fazer nova era
Eu deito na beira da areia no outono
para ver sereia da areia fazer de mim seu dono
Eu deito na beira da areia
da areia da praia
mas eu não deito na beira da areia no inverno
Jurei a sereia da areia o nosso amor que eterno (...)
A música é minha. Eu escrevi ela imaginando a tranquilidade do mar, da praia, da areia, da brisa do mar e das boas vibrações que agente encontra ao entrar no mar, molhar nosso pé, nossa alma.
Gabriel M.S.G.
(...)Pois eu deito na beira da areia no verão
para salvar sereia da areia que roubou meu coração
Deito na beira da areia na primavera
para ver filhos de gandhi fazer nova era
Eu deito na beira da areia no outono
para ver sereia da areia fazer de mim seu dono
Eu deito na beira da areia
da areia da praia
mas eu não deito na beira da areia no inverno
Jurei a sereia da areia o nosso amor que eterno (...)
A música é minha. Eu escrevi ela imaginando a tranquilidade do mar, da praia, da areia, da brisa do mar e das boas vibrações que agente encontra ao entrar no mar, molhar nosso pé, nossa alma.
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