segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Ah Vanessa...

Todo mundo quer
um alguem para amar
geralmente é
o que acontece.
Você me quer bem
Mais não vai muito além
para não me assumir

....

Vê se fica bem, meu bem.
vê se dorme bem, meu bem.



Olhos verdes, meus pontos fracos.






Queria não ter que escrever sobre o amor
Queria só não querer ter que te querer
Queria outra palavra se não a dor
Amar, crescer, fazer, esquecer.

E o que eu queria era um lugar para deita
Debaixo desse seu queixo
onde eu poderia ficar
e não cair com um remexo

O que eu queria era guardar seus olhos em um baú
Te olhar de longe, leste , oeste, norte sul
Mergulhar no seu verde
e nadar como peixe

Não sei o que cria isso dentro de mim
Queria ter você perto
Queria ter um melhor fim
mas o nosso final é melhor:  muito mais incerto.

sábado, 14 de setembro de 2013

Carência

Sinto falta de alguém
Que nem mesmo existe.

Ela Via o mundo, mas não falava.

                                   






                                  Ela Via o Mundo, mas não Falava


Se fez tensa, como um cubo de gelo
E não mais quente do que tal
Se sentia sozinha
Se sentia Mal

Mas o problema era que não era morta
Vivia, sozinha, mas sentia muito
Sentia as coisas diferentes e sabia
Era atriz, cantora, música e poeta.

O que negava e tentava evitar ao máximo
Era o choro, o pranto, o precisar do outro
Sabia que não fazia diferença
O mundo ja chorava a muito tempo e o seu choro era torto.

O problema era que queria se sentir única
Abençoada por um Deus que a muito se escondia
As vezes duvidava por nao ter provas
As vezes duvidava se olharia por outra óptica

Por isso não dava o braço a torcer
Mais era um vulcão em brasa
Erupção interna de sentimento
Urrava, calada, a  dor do silencio do seu Ser sem casa.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

A lua, o olho.

Li em algum livro que a Lua era, antigamente ( ou em um tempo que não existiu), tratada como um olho. Diziam que quando aberto, ficava atenta as maldades que pessoas cometiam. Ela punia aqueles que fizessem atos maliciosos com a loucura, instaurando sobre eles o medo e o pavor. O olho então, quando fechado, permitia que o mal fosse feito, pois não ficava na espreita como fizera na lua cheia. Era o tempo dos amantes e feiticeiros impiedosos praticarem seus atos sem que a punição fosse jogada sobre eles, assim como quaisquer outros atos passavam despercebidos. 
Porém, a Lua como todo e bom curioso, permitia-se observar os rituais que lhe aclamassem. O olho adorava que assim o fizessem e, muitas das vezes se emocionava ate chorar, derramando sobre aqueles que a gloriavam uma benção de energia tão forte quanto a sua própria força. Os abençoados, assim como a lua poderiam por qualquer um a um nível de insanidade quase nulo se assim fosse desejado, além dos outros poderes que o Olho carregava consigo em total sigilo.



                                 

O que sinto de nós



Deve ser muita saudade
Ou gases.
Não sei ao certo.