segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Eu

Aos poucos eu desisti
Desisti de entender o sol
Para ver a sombra que ele formava
Desisti de entender o fogo
Para me aquecer com o seu calor
Desisti de entender o vento
Para respirar melhor
Desisti de ver o mundo
Para me ver pleno e completo
E é desse jeito que pretendo continuar
Viver e sentir o prazer
De que todos querem conhecer
Para só depois 
Que já tiver feito tudo
Saber o por quê
Do que eu fiz 
E por fim
O por quê
De tudo. 

sábado, 23 de novembro de 2013

Eu queria o mundo todo.


o mundo, ele so precisa ser meu.
Oh mundo, ele so precisa ser meu

Intenso, a ponto de escrever um verso

Foi tudo, sou perverso
intenso, a ponto de escrever um verso

na esquina, sou quem quero
no meu quarto, me desespero

Mas me falta, o que eu queria
Se sozinho, não quis, mas ia

E digo mais, sem nem querer
Sou um podre, sem poder

Antes que seja tarde

Alguem me mate antes que seja tarde
Eu como louva-Deuses e arroto borboletas
Estou perdido nas minhas mentiras
Não sou ninguem, a não ser que queiram

O que eu tenho medo é de saber do que gosto
do que mesmo não querendo sou obrigado
Eu sou o que eu não quero mas visto um terno
de ouro que me mantem em forma

Forma de borboleta, cazulo de lagarta
o que falta é o que eu quero
o que eu tenho que querer não me falta

Foi unicamente intenso para vc mas não para mim
e ate esse ponto eu sei mentir,
mas e quando precisar de mais ?

Ou eu serei sozinho
ou casarei com um espelho
eu sou ruim, sou muito ruim
o que eu faço com minha loucura ?

O que eu faço com minha doçura ?

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Queia esta dormindo com o seu cheiro, não o meu.

E o que aconteceu do que eu estava esperando...

Foi que não aconteceu.

Mas de um forma diferente foi bom. E um bom que eu tenho que me contentar.

Quem criou a proteção, a máscara, a carapuça fui eu e eu estou disposto a sofrer todas as consequências. So não entendo por que viver é tão difícil. Ter que ser aceito na verdade é tão difícil, ainda mais para mim.

Eu carrego um mundo nas costas e ainda consigo ser chicoteado sempre que possível.

Me sinto realizadamente frustrado e é como eu tenho que estar. Minha felicidade que veio não tarda a ir embora, mas ate nisso eu ja estou acostumado...

Me manter feliz, me manter eu mesmo é tão difícil sendo vigiado 24 horas por dia...

E eu ainda queria entrar no Big Brother Brasil... sim ! Ia ser contraditoriamente engraçado ( entenda-se penoso)

Quantas penas de mim eu devo carrregar ? Quanta pena de mim eu devo ter ?

Nenhuma...talvez...talvez não....

Mas acabo minha noite sendo eu, sozinho, no meu quarto, reconfortado, confortável.

Me desculpe caetano, me desculpa Gilberto, me desculpe Gal Costa e Maria Bethânia....

" Pra que rimar amor e dor ? "

Esperando com um pouco de esperança o que não deve ser ( mas poderia ser)

Dai, eu ia te encontrar. Tinha um h no caminho mas não era um obstáculo. E eu ouvi falar tão bem de você, tão bem da sua perfeição que fiquei com medo dela.
Mas é claro, não era um encontro em si, e sim um prazer em conhecer.
E mesmo assim eu queria tanto mais, e imaginei tanto além que qualquer coisa que não aconteça iria me decepcionar. Mas vai ? Digamos que com quase total certeza, so não total por que vai acontecer ainda.
E de uma coisa eu pelo menos me orgulho : depois dessa proxima frustração eu poderei escrever mais poemas de dor.

quarta-feira, 20 de novembro de 2013

Confusa insonia

É dificil querer demais, ter demais, sentir demais. So queria que dependesse mais de mim as coisas, de um jeito mais direto pelo menos. Eu ja não tenho força para criar encantos, talvez nem mesmo para me defender. Mas eu rezo por que preciso de paz e ligação com o divino, o glorioso. Não tenho medo de não dormir mas sinto coisas no escuro.

Tive tanto medo de não conseguir que esqueci de tentar. Se eu me levantar dessa vez eu consigo, mas o " se " é um obstáculo, uma afronta a calma. 

Cuspo pedaços de mim no meu blog, sem editar, sem reler, desabafando o que esta mais que sufocado.

Não queria publicar, mas o blog é meu e esse sou eu no momento.

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Sou sinto

  EM           AM
Três tristes denovo
B7                                 EM
tigres brancos na lingua do povo
EM                               AM
esquinas e campos de concretos
B7                                       EM
por entre mares e morros no deserto

EM                        AM
Me perco no meu mundo
B7                          EM
e desapareço no meu quarto
 D                               EM
eu sou um prato dado a ratos
D                                 EM
eu sou um prato dado a ratos
( B7 AM EM B7 AM EM)

EM/AM
E os sapos de saltos
B7/EM
me piscam como olhares
EM/AM
vagos e perdidos
B7/EM
 nos meus quereres vulgares
B7/EM
Mas sou sinto
B7/EM
desculpe mais sou sinto
D/EM
não quero quando minto
B7/EM
vinho tinto na minha blusa
B7/EM/AM (2X)

EM/AM
estive  preguiçoso
B7/EM
mas é melhor, ocioso
EM/AM
do que sorrisos discretos
B7/EM
mais distantes mesmos metros

EM/AM
pensamento é mais profundo
B7/EM
mas meu sono é raso
D/EM
cheio de rastros  radicais
D/EM
de dores e perdas mentais
B7/AM/EM (2X)

Mas sou sinto
Desculpe mais sou sinto
Não quero quando minto
vinho tinto na minha blusa



segunda-feira, 18 de novembro de 2013

O que esperar de uma inconstância que ainda pode dar errado

O hoje só nos incomoda
devido ao amanha que bate à porta
por que se fosse o hoje que importa
A angustia do ontem não teria sido morta.

sábado, 16 de novembro de 2013

Não sei qual é o pior

Viver evitando sofrimento,
 mas não para sempre
 e quando se deparar com ele quase não aguentar
, ou viver sofrendo,
 mas não sempre,
e se acostumar

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Um espelho, amigo, para seu próprio bem.

Á queles que apontam defeitos
eu entrego um espelho, como amigo
que deixem de se achar perfeitos
e olhem para o próprio umbigo.

Do que vale dizer que é errado
errando um erro igual ?
Não me diga que estou enganado
ou se acha perfeito, imortal ?

Pois se fosse o impossível de ser
Não estaria na terra
errando e apontando sem saber
que aqui nenhum não erra

Desculpe, mas essa é a verdade
e esse erro já não cometo
por isso a sinceridade
nos erros dos outros, não me meto.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

O mais dificil é o equilibrio

O que mais é impressionante nas pessoas é a previsibilidade
E não apenas isso, mas os erros de previsão que podemos cometer
ao tentar impressionar as pessoas.

Aprendi a ser errado a maior parte do tempo
Não fazer ninguém esperar absolutamente nada de mim
Assim a vida se torna mais fácil

É bem simples: Se você é certo o tempo todo
e erra
O seu erro vai apavorar a todos e te marcar pelo resto da vida.

Agora se você erra o tempo todo
e acerta
As pessoas, mesmo que passageiramente vão lhe assimilar valores positivos

E sim, por pouco tempo,
as pessoas cansam de se lembrar dos atos bons
e adoram fofocas das suas falhas
( A não se que você morra, o que foge um pouco do pretexto)

Mas é claro que vale lembrar a frase mais sábia e universal de todas:
" Tudo de mais é veneno"
Ser certo de mais, ser errado demais, ser feliz demais, ser triste demais.
Você pode não concordar e fazer o teste, mas é a mais pura verdade
Ate o bom demais é sim veneno

segunda-feira, 21 de outubro de 2013

Meu eu de cada dia.

Eu ando vendo séries. American horror story é minha favorita agora, mas so a terceira temporada.
Eu ando estudando tambem. Lendo e estudando muito, mas geografia é uma merda.
Eu ando estressado eu acho. Talvez ansioso mas realmente cansado
Eu me esqueci do meu blog, mas depois eu me lembrei que tinha outras coisas para fazer.

Eu ando sonhando para dormir. Criando histórias e universos em que eu sou o herói e tenho superpoderes
Eu ando ocupado, mas não ocupado demais para sonhar e reinventar meu mundo.
Eu ando, e posso andar por mais mil anos, mas eu sempre quero ser assim, meio criança, meu sozinho, meio nômade.

domingo, 6 de outubro de 2013

Olhos Claros são perdidamente apaixonantes

Poderia casar com seus olhos
e deitar no verde que ele me traz
mais que grama, mais que esmeralda

E trairia eles com outros olhos azuis
Nadaria em uma piscina tão linda
e tão nítida que me veria nadar

E os olhos claros que não se sabe de que cor é
quer ser verde, quer ser azul, quer ser único
e consegue não ser verde, azul, mas único

E o que nunca trocaria são os olhos de verdade
os olhos da alma, da felicidade
De quem sinceramente é o olhar que tem

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Não me achei e continuo perdido.

Cansei de tentar rimar e escrever mais um verso
Sou agora quem não pode,
Calma é tudo que peço

E tiro das minhas mãos as pedras que carregava
Eu me senti de vidro
me senti errado e chorava

Eu queria querer tudo aquilo que não tinha
lançava ao nada o que faltava 
e so ficava com a culpa, toda minha

E não me achei perdido em outro canto
não me vi de novo sozinho
eu era a chuva, a tempestade o pranto
e a planta, a grama ao ser molhada pelo carinho

segunda-feira, 30 de setembro de 2013

Ah Vanessa...

Todo mundo quer
um alguem para amar
geralmente é
o que acontece.
Você me quer bem
Mais não vai muito além
para não me assumir

....

Vê se fica bem, meu bem.
vê se dorme bem, meu bem.



Olhos verdes, meus pontos fracos.






Queria não ter que escrever sobre o amor
Queria só não querer ter que te querer
Queria outra palavra se não a dor
Amar, crescer, fazer, esquecer.

E o que eu queria era um lugar para deita
Debaixo desse seu queixo
onde eu poderia ficar
e não cair com um remexo

O que eu queria era guardar seus olhos em um baú
Te olhar de longe, leste , oeste, norte sul
Mergulhar no seu verde
e nadar como peixe

Não sei o que cria isso dentro de mim
Queria ter você perto
Queria ter um melhor fim
mas o nosso final é melhor:  muito mais incerto.

sábado, 14 de setembro de 2013

Carência

Sinto falta de alguém
Que nem mesmo existe.

Ela Via o mundo, mas não falava.

                                   






                                  Ela Via o Mundo, mas não Falava


Se fez tensa, como um cubo de gelo
E não mais quente do que tal
Se sentia sozinha
Se sentia Mal

Mas o problema era que não era morta
Vivia, sozinha, mas sentia muito
Sentia as coisas diferentes e sabia
Era atriz, cantora, música e poeta.

O que negava e tentava evitar ao máximo
Era o choro, o pranto, o precisar do outro
Sabia que não fazia diferença
O mundo ja chorava a muito tempo e o seu choro era torto.

O problema era que queria se sentir única
Abençoada por um Deus que a muito se escondia
As vezes duvidava por nao ter provas
As vezes duvidava se olharia por outra óptica

Por isso não dava o braço a torcer
Mais era um vulcão em brasa
Erupção interna de sentimento
Urrava, calada, a  dor do silencio do seu Ser sem casa.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

A lua, o olho.

Li em algum livro que a Lua era, antigamente ( ou em um tempo que não existiu), tratada como um olho. Diziam que quando aberto, ficava atenta as maldades que pessoas cometiam. Ela punia aqueles que fizessem atos maliciosos com a loucura, instaurando sobre eles o medo e o pavor. O olho então, quando fechado, permitia que o mal fosse feito, pois não ficava na espreita como fizera na lua cheia. Era o tempo dos amantes e feiticeiros impiedosos praticarem seus atos sem que a punição fosse jogada sobre eles, assim como quaisquer outros atos passavam despercebidos. 
Porém, a Lua como todo e bom curioso, permitia-se observar os rituais que lhe aclamassem. O olho adorava que assim o fizessem e, muitas das vezes se emocionava ate chorar, derramando sobre aqueles que a gloriavam uma benção de energia tão forte quanto a sua própria força. Os abençoados, assim como a lua poderiam por qualquer um a um nível de insanidade quase nulo se assim fosse desejado, além dos outros poderes que o Olho carregava consigo em total sigilo.



                                 

O que sinto de nós



Deve ser muita saudade
Ou gases.
Não sei ao certo.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Liberdade



Me vi amargurada
Entre Lírios e panos de chão
Não tinha mais amor
Não tinha mais solução

Só falava de dinheiro
Só falava de trabalho
Não importa, me mostra eu vejo
As manchas no assoalho

Como pude me culpar
Por tantos anos já vividos
Quase sozinhos, sem sentidos
Por quem fui me apaixonar

E agora na labuta
Eu olho o sol pela janela
Tento sufocar a minha culpa
No vestido, minha sela.

So falava de dinheiro
Reclamava do banheiro
So falava de trabalho
E as manchas no assoalho

Mas eu me perdi da sina
E me livrei menina
Fiz o que eu esperava
O vi enquanto sufocava

Não falava em dinheiro
Mas olhava o banheiro
Não falava em trabalho
Mas fez de vermelho
Outra mancha no assoalho

domingo, 25 de agosto de 2013

Resfriando e estudando

Que coisa mais desnecessária gripar neh ? A não ninguem merece. Ainda mais quem precisa estudar ou fazer alguma coisa muito importante. Acho que quem estivesse sobre essas situações deveriam não poder adoecer. Tipo um " Altas" que a gente usava nos jogos da nossa infância.
Parei de estudar para deitar um pouco por que minhas costas doia e os textos sobre Araújo Lima ja estavam me dando nos nervos. Mas so de pensar na tentativa de golpe do Padre Feijó e depois ele ainda ser eleito, pra mim é uma afronta. Tenho 9 minutos para ir para o cinema ver Percy Jackson, mas tenho 5 para acabar de escrever isso e voltar a estudar. Então o caso é que vou ver o filme do Percy Jackson amanha. Ainda vou economizar um pouco por que o preço do cinema varia com o dia ( Coisa estranha neh ? Lógica capitalista).
Bem agora vou voltar ao meu estudo, depois de encher minha  garrafa d'agua e ir ao banheiro. Queria ir mesmo NO banheiro, daria menos trabalhos ser carregado por ele ( espero que alguém tenha entendido o AO E O NO).
Bem, voltemos a Araújo Lima então...

terça-feira, 13 de agosto de 2013

A metáfora é meu segredo em código.

E o cheiro do seu jeito ja não desgruda mais de mim
eu queria que quisesse nunca mais assim
Mas  me trancou na memória como um beijo de quero mais
E eu a beira do mar não quis navegar e sim o cais

E te dizendo minhas mentiras acreditei no que eu dizia
Mas sabia do que gostava, do que mentia
E mesmo acreditando lembrava que não era
criei em mim uma mistura de nós, uma quimera

Esperando que não esperace mais nada de nós
me fiz preto e branco como um albatroz
que mesmo tendo e sendo em um, algo antitético
eram cores separadas, algo poético

Eu era então perdido
me sentia errado e em perigo
de nos ver de novo algo querido
por talvez só não eu.

Me jogue do seu teto
queria algo mais discreto
Não consigo me manter reto
em mim o que deu ?

E a noite ainda me assusta com seus Deuses

Não é que tenha medo da noite, mas as vezes ela me assusta. Sabe, é como se você vivesse ao lado de um leão treinado, mesmo você sabendo que ele não pode fazer mal, qualquer rugido vai te assustar. É assim comigo e a noite.
O problema não é a noite em se, mas sim o que ela ja viu. Os rituais que os céticos religiosos ignorantes negam ate a morte. As orações e sacrifícios dados a Deuses pré-católicos esquecidos pela parede do unico.
Não que eu desacredite em Deus, muito pelo contrário. Acredito em um Deus. Não com formato de homem, com barba e tudo mais como a maioria acha que é. Não com uma forma. Acredito no Deus que existe, que tem que existir. Complicado demais para explicar...
E é da mesma forma com a noite, complicado demais para explicar. O sentimento sempre permanece ativo e mesmo falando " É tudo a mesma coisa que no dia, so que no escuro" para mim não é assim. Ate por que esse pensamento é desrespeitoso com a escuridão. A escuridão não é simplesmente isso. É a ausência de cores que existe. A existência da ausência. A comprovação que o inexistente, a ausência existe. Será a escuridão algum tipo de mensagem divina ?

domingo, 11 de agosto de 2013

Dúvida

Meia noite. O carro com o seu farol faz refletir a arvore em frente na minha parede do quinto andar.
Eu durmo ou eu penso ?

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Another word in the world

It's hard to say
but without the pain
We are only
forever alone

We can live on the edge
and be kind without be rude
And only the true
Can be the final clue

To find the sky
We has to put out the lies
And after the fall and the cry
a new begining to retry

That's the life
built without lie
where us fighting by
we can the peace find

domingo, 4 de agosto de 2013

O jeito mais metafórico de falar das coisas que mesmo que as vezes me dão momentos de felicidade, sempre me surpreendem de uma forma negativa nos momentos em que deixo tomar por minha vontade de querer algo. Amizades talvez..

Duvidei do real sentido da amizade
me vi perdido a nãos e as sinceridades
de um povo que não abre mão da impossibilidade

E tentei procurar por outros ares
outros bichos e outros seres
mas ninguem abre mão dos seus prazeres

E o triste sim é que não sou diferente
tive que me fazer com a realidade, contente
me sentindo sozinho, feliz, impotente.




sábado, 3 de agosto de 2013

Aí, me pego pensando...

Sempre que acho que me acostumei de estar sozinho, em nenhum relacionamento, os casais começam a me incomodar. É triste dizer isso mas é a verdade ( talvez uma daquelas verdades sujas que você guarda de você mesmo - ou nem tanto).  Uma espécie de inveja talvez e todos nós aprendemos que inveja é um sentimento ruim...
Enfim, mesmo que eu prefira ficar sozinho, parece que se estivesse acompanhado seria melhor....Não,não, acho que não. É ter uma dever com outra pessoa além do que eu aturaria no momento: Dar satisfação de tudo, ter compromisso sempre, discussões, vontades...Não !
...
...
Aí, me pego pensando... que a desvantagem de estar sozinho, é ver a felicidade dos que não estão sozinhos.

Preciso de uma dose extra de individualismo.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

O que deve ser observado em um quadro

Resolvi perguntar ao sol
por que continuava a brilhar
ele disse que continuaria enquanto um girassol
continuasse a o olhar

Então perguntei a lua
Por que continuava a crescer
me disse que a agua do mar era sua
ajudaria a maré  encher

Me vi olhando então a chuva
E quis perguntar por que caia
A resposta me veio leve como uma luva 
Disse que mesmo a uma planta, banharia.

Perguntei então a Ganância
por que queria tudo e não uma parte
Me desprezou com ignorância
Dai entendi a Arte


terça-feira, 30 de julho de 2013

Preguiça

Se você tiver
preguiça de ler
outra pessoa vai ter
preguiça de escrever.


Viva a ignorância ?

A bruxa e a sopa de maldade

A moça que não é mais bela
cozinha seu molho na panela
meche, funga a bela fera
e cai saliva da megera

Mas o que ela esconde ? 
O que buscou de tão longe ?
Uma ângola do sul
e um boneco de voodo

E o fogo subiu de repente
e mostrou a cauda da serpente
o problema de quem come
é o desespero da fome

E o que se fez mais raso
foi-se o falar, o caso
E a bruxo satisfeita
Volta a ser bela, perfeita

Onde se encontrava a besta
na tarde de uma terça
deu espaço pra verdade
da mais pura maldade

segunda-feira, 29 de julho de 2013

Esperando

Sempre parece que nunca vai chegar. Você, sem sair do lugar, espera algo. Parece uma metáfora da insignificância humana. Você não tem escolha.
E é assim que eu me vejo. Senha 283 e acabou de chamar a 218. Não posso me ausentar na minha espera. Meu corpo é claro, por que eu, ou o meu eu não esta aqui. Esse não espera, sonha. Mas não sera o sonho um desejo de alcançar algo ? Uma espera de alcançar algo ? Quanta espera... Quanta insignificância...
Mas não é o fim da vida, é apenas uma espera que pode e vai acabar, vai chegar e vai acabar. Ja passou muito tempo 266... Parece que agora o tempo parou.
Mais quanto precisarei esoerar ? 277. Foram 11 pessoas em cerca de 57 minutos faltam mais 6. Será que regra de três se aplicaria nesse caso ? Muito improvável.
281, vou parar de escrever e curtir minha ansiedade. Meu frio na barriga... São momentos que por mais que se repitam senpre trazer algum sentimento.

domingo, 28 de julho de 2013

O dia que o Destino cansou de futebol

Era, ou mehor, parecia um jogo como outro qualquer, um jogo clássico qualquer, onde os rivais iriam se enfrentar. Os jogos sempre de futebol sempre tomavam proporções de nível perigoso que inclusive colocavam em risco a capacidade de pensar do ser humano. E aos poucos os problemas foram aumentando.
O que se via bem claro nesses jogos era a participação do Azar e da Sorte que eram inimigos naturais ( por motivos óbivios). O jogo então tinha um equilíbrio: Um time jogava aliada a Sorte, marcava gols e ganhava a partida; enquanto o perdedor, aliado ao Azar, perdia a partida. Os dois viviam em hamonia e se alteravam de forma aleatória inclusive durante a partida nos jogos mais divertidos.
O que acontece é que ao passar do tempo, o Ódio, a Ira e a Morte começaram a entrar em um ambiente de Paz e Diversão. Os rivais no campo de futebol se espalhava para as ruas e as camisas mais pareciam uniformes de guerra do que de times. Brigas, confusões e badernas se tornaram cada vez maiores e dispertaram inclusive o Caos.
E não tinha ninguem que odiava mais o Caos que o Destino e o Acaso. Assim que o Caos dispertou, o Destino e o Acaso se juntaram para por fim a essa confusão que existia e colocariam seu plano em prática no proximo clássico. Dito e feito.
Parecia tudo normal no jogo, ate o juiz jogar a moeda para decidir quem começaria o jogo. A Sorte e o Azar adoravam essa momento, mas não estavam ali presentes pois o Destino e o Acaso eram de uma sessão mais elevada e por isso eram chefes dos dois e não permitiram que eles estivessem por ali.
A moeda foi lançada, girou três vezes no ar e caiu no braço do juiz em pé e ali ficou. O juiz então colocou a mão sobre ela como fazia em todos os jogos ( jogar, tampar e virar para mostrar qual era o lado vencedor) mas a moeda vacilou de seu braço e caiu novamente em pé no gramado, sem dar nem cara nem coroa.
O juiz tentou mais três vezes e ao ver que dava sempre a mesma coisa, decidiu pedir aos jogadores que decidissem no par ou impar. Par ganhou.
O jogo começa e continua normalmente. Apesar de nenhum dos times ter feito gol, e o jogo ir para os penáltes, nenhum time conseguiu acertar nenhum gol e terminou tudo empatado mesmo. Obra do Acaso.
Até então ninguem estranhou o acontecimento, mas isso começou a acontecer em todos os jogos, não so dos clássicos mas de todos os outros jogos de futebol feitos no planeta terra. Ate a "pelada" foi aos poucos perdendo a graça de forma misteriosa.
Mas ninguem percebeu isso ate se passarem mais ou menos 2 anos de empates. E ai se passaram 3, 4, 5 e nenhum time ganhava nunca. Até a Paciência cansou de esperar que algo de diferente acontecesse.
Teve um dia que inclusive os jogadores pararam de jogar e deixaram um dos times fazer gol, o time ganhou, mas não adiantou, não tinha mais graça alguma.
As copas foram sendo canceladas e assim depois de algumas décadas não se falava mais em futebol. O mais engraçado disso tudo é que depois que o futebol acabou, o índice de analfabetismo chegava perto de 0% em escala global e com isso, a corrupção também acabava pelo fato do nível de conhecimento da população não permitir esse tipo de acontecimento. Sem falar no alto nível de qualidade dos hospitais e saúde que começaram a receber também investimentos ( e dizem que os hospitais recebiam não mais de 25% do valor que era usado nas copas). E a fome? E a pobreza? Foram acabando aos poucos também. O dinheiro parecia sobrar a meio as nações que começaram a se ajudar mutuamente e aos poucos o mundo se fez unido e sem probreza e miséria.
Não é atoa que a política de " pães e circo" foi criada em épocas tão distantes em uma época que a ignorância vigorava. Pena que durou muito....

quarta-feira, 17 de julho de 2013

O pertubar da noite

Meia noite. O dia ja tinha se esvairido a tempos e o silêncio tomava a pacata cidade. O silêncio profundo era o canto das almas perdidas. Tudo continuaria em equilibrio se não fosse um casal de namorados que perderam o horário na praça e estavam agarradinhos observando o céu. Os seus pequenos sussuros e risadas de satisfação pareciam distonar com a melodia do silêncio das almas e alguem deveria silencioa-los.
A felicidade poderia incomodar qualquer ser humano, mas naquela noite parecia ser algo pior que ela incomodava, algo mais sinistro, sozinho e perigoso. A felicidade dos dois arrancava as pálpebras da morte em meio a risos e sussuros.
O silêncio que cercava os dois sucumbiu a felicidade deles e fez com que esse mesmo silêncio se contorcesse de dor. O silêncio pragueijou mais altos que os sussuros para mostrar ao casal que pertubavam o andar dos mortos, o marchar das almas. Uma pá se arrastava parecendo arrancar as pequenas pedras que formavam a rua da pequena cidade. O casal não se deu conta do que passava por ali e continuavam a torturar a morte, a vingativa morte.
Dois, três passos. A pá agora não se mais arrastava ao chão e estava apoiada nos ombros de um grande corpo masculino que andava pertubado. Uma mão segurando a pá, outra mão tapando os ouvidos para amenizar os sussuros e as risadas do casal. O corpo de quase 2 metros de altura se vestia com roupas pretas e um chapéu antigo que escondia seu rosto nas sombras da noite, as terríveis sombras da noite.
Agora os passos do ser ja eram ouvidos pelo casal, que olhando para todos os lados, não conseguia olhar de onde vinha. Por um momento a felicidade foi trocada pelo medo e os passos acabaram novamente. Após alguns minutos as risadas continuavam e os passos foram aumentando, aumentando e aumentando.
Uma grito abafado. Foi o ultimo barulho antes do silêncio vigorar novamente. Agora o que se podia ouvir é o pingar das gotas de sangue que escorriam da pá, nada mais. As almas podiam cantar novamente, e a morte se encontrava contente com a sua conquista.
No outro dia de manhã, a cidade se espantou ao ver o imenso coração formado com as partes dos corpos do casal. Braços, pernas, orgãos, formavam um grande coração em que as duas cabeças, se beijando estavam no centro do coração. O amor era lindo inclusive para  a morte...

E meus olhos doiam....

Eu costumava a ver as coisas diferente : Olhava para a lua e tropeçava nos meus passos, mas conseguia ver tudo que tinha nela, suas grande crateras, sua cor, seu brilho. E depois olhava para frente. Mas não para onde ia e sim para onde poderia estar. Eu sonhava para frente e as vezes via vultos no escuro. Vultos que pareciam reais, mas ao chegarem mais perto, se desfaziam. Seriam essas as desiluções ?
O que mais doia no sonhar, eram meus olhos ao ver a realidade. Eles, secos reclamavam da chuva, reclamavam de não ver oque queriam. E doiam, meus olhos doiam e eu não sabia por que.
E o pior é que precisava olhar, precisava prestar atenção nos detalhes visíveis e imagináveis. Via o que não via, o que queria ver e a realidade se desmanchava no vazio.
Aos poucos imaginei que ser cego seria um presente divino. Não poder enchergar poderia dar uma tranquilidade profunda do espírito, viver no vazio.
Mas vi que me enganava, viver no vazio so aumentaria a vontade de completar as lacunas, de colocar luz na escuridão. Imaginar a luz na escuridão. E sem a visão, os ouvidos enchergam e doeriam do mesmo jeito.
Doia e doia, ardia aos poucos e eu achava que cairia ao chão.
Eu costumava ver as coisas diferente e descobri que sonhar quase não compensa a decepção.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Incalculáveis falcidades

Há tipos de pessoas
E pessoas de tipos
As que tipo são, são boas
As que inventam são tipos

sábado, 15 de junho de 2013

Rotina

       Era quase 18 horas. Chegou em casa, sua fortaleza, depois de trabalhar o dia inteiro a verdade de sua existência. Olhou o lixo do banheiro vazio e foi tomar banho. A água lavava a fumaça do dia todo mas não limpava o que estava impregnado, o que fedia. Apelou ao sabonete.
      Depois do banho tentou respirar fundo por alguns instantes, mas o relógio atraía seus olhos como um imã. Ja era 20 horas e precisava terminar um imenso relatório da imensa empresa que trabalhava. Terminou a meia noite, exata meia noite e foi dormir.
      Olhando para o teto, meia hora depois adormeceu por 2 horas ate começar a sonhar. Acordou eufórico e sabia que teve um pesadelo, algo angustiante que o impedia de descansar. Pensou no próximo dia e teve que levantar para pegar água para aliviar a garganta seca.
     5:45. Acordou 15 minutos antes do despertador tocar, parecia que não desgostava do seu outro dia, do seu próximo dia. Caminharia por outro caminho para gastar os 15 minutos que perdeu de sono. Outro caminho que chegaria ao mesmo lugar e no mesmo horário.
     Outro dia passou, o almoço passou e ja era novamente 18 horas. Amanhã seria sábado e , depois de acabar seus afazeres, subiria em uma montanha, a mais alta que pudesse, para se imaginar voando. Parecia sufocar em meio a tanta vontade de dormir, de sonhar, mas vivia de insônia. Passaria a noite em claro e ficaria indisposto durante todo o final de semana.

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Chaves e fé

Preocupamos em fechar
Tantas portas a trancar
Que esquecemos de viver
Nos ensinaram a crer

Depois pra poder entrar
Não devemos esquecer
Nossas chaves carregar
Juntas a nos vão crescer

Se por acaso perder
Entrar não vamos poder
Nos podemos procurar
Ou na igreja descansar

Gabriel MSG

terça-feira, 4 de junho de 2013

Minha música

Areia da praia
                 Gabriel M.S.G.
(...)Pois eu deito na beira da areia no verão
para salvar sereia da areia que roubou meu coração
Deito na beira da areia na primavera
para ver filhos de gandhi fazer nova era
Eu deito na beira da areia no outono
para ver sereia da areia fazer de mim seu dono
Eu deito na beira da areia
da areia da praia
mas eu não deito na beira da areia no inverno
Jurei a sereia da areia o nosso amor que eterno (...)

A música é minha. Eu escrevi ela imaginando a tranquilidade do mar, da praia, da areia, da brisa do mar e das boas vibrações que agente encontra ao entrar no mar, molhar nosso pé, nossa alma.

quinta-feira, 30 de maio de 2013

O Achismo

É, talvez eu tenha inventado esse termo, mas não teria um jeito mais direto de falar sobre isso. E é uma coisa tão chata que as vezesme estressa.
Sabe aquele pessoa que quer a todo custo tentar prever o futuro ? " fulano tem futuro" , " beltrano vai longe" . E aqueles que não aceitam a realidade ? " se tivessemos feito isso " , " seria melhor daquele outro jeito "
No mínimo irritante.
Mas isso serve sim para alguma coisa : problemas matemáticos
A vida não é exata e não a como prever o futuro com tantas variáveis assim ( pelo menos não pessoas comuns ).
Sempre evito esses tipos de frases, elas so trazem arrependomento ç, frustração e inveja.  Fica a dica

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Eu no violão. Versão cover de Tigresa - Caetano veloso

Esse videos é um pouco mais antigo e ate meu violão não chegar para gravar minhas músicas vou posta-lo para comprovar que as músicas talvez não estejam tão ruins.

Tem 321 visualizações  !! Nem eu sabia

P.S. : Acabei de descobrir que tem como colocar o video direto, então apartir de agora não colocarei mais links...

E mais músicas....

Assim que meu violão chegar vou começar a gravar e a postar as músicas que eu compus. Não são muito boas, mas é um jeito de me expressar também. Espero que gostem.
Até la vou postando aos poucos as músicas que eu gosto para poder explicar o meu gosto, o meu eu.

Mais uma música que me acalma e que é muito boa de se sentir. Ou de se escutar ? Não sei...

Se eu fosse postar todas as músicas que eu gosto do Caetano Veloso o blog mudaria de nome e seria Caetano e outras músicas só deles. Mas enfim, as músicas, sim vou postar duas músicas ( mas uma tem 1:20 minuto)


Caetano Veloso - Trilhos Urbanos



Essa música foi criada em 1970 e poucos, bem antes de Ronaldo, mas a rimas dela em " Is Is aça " da uma sonoridade linda na melodia. Escutem ! Não é um pedido ! Ou melhor NÃO ESCUTEM ( posso usar psicologia reversa) hahaha

Caetano Veloso - Três Travestis




As vezes no silencio da noite...

As vezes eu pergunto por que é tão bom ficar sozinho e por que as vezes não é. Cheguei a conclusões muito subjetivas, mas minhas :
Primeiro, depois de um dia agitado, barulhento, quem não gostaria de um campo infinito apenas com os barulhos dos pássaros ?
E segundo, depois de uma semana ou um mês nesse campo, quem não iria querer um bar tocando um bom e antigo rock anos 90 ?
Dai cheguei a uma conclusão : A nossa maior fadiga é a monotonia.
A Monotonia que nos deixa no tédio, a beira do óbito ( ta, um pouco exagerado mas..).
Mas o mais incrível de tudo é que se mudássemos o tempo todo, também nos cansaríamos. Eis a criação mais inexata do cosmo : Nós mesmo. Mas não só nós mesmo, o próprio cosmos com sua imensidão e órbitas não circulares, mas helíptcas, também é tão inexato.

E agora eu, aqui sozinho, me resta escutar o que eu mais gosto : Caetano veloso. Ele sim sabe juntar pensamento com poesia e ainda alegrar tudo musicando. Fica um link para quem estiver " No silencio da noite " Sozinho

Caetano Veloso - Sozinnho

terça-feira, 21 de maio de 2013

Ahh! voltaaa tempo volta !!

Sabe o que eu preciso ?
Comprar minha revista recreio e esperar para não vir um brinquedo repetido, assistir " o pequeno urso comendo biscoico recheado de coco e dormir...mas dormir de verdade, acordar as 17 horas com o sol ja laranja e pensar " que tarde gostosa ". Tirar isso de alguém é desumano ou melhor, é a vida. #chateado

Esquadros

É uma musica da Adriana Calcanhoto que diz muito sobre mim " eu ando pelo mundo prestando atenção em cores que eu não sei o nome..."
E hoje, passando na rua me deparei com essa imagem perto do chão em uma rua movimentada. A liberdade dos passaros no azul se contrasta com a rotina cinza da cidade, é uma arte que, so por ter sido feita ali, tem uma toque de " algo a mais"

https://www.youtube.com/watch?v=EeNUsrw8qA8&feature=youtube_gdata_player

Analogia

Onde os interesses dos índios
Da natureza e minorias
Fossem a bola que
Deputados e senadores jogariam

E que formasse o time
Apenas os melhores
E o banco de reserva
Resevervado para os piores

Que cada lei anti racismo
Anti homofobismo e anti cultural
Fossem um gol a favor
Do time contra o sistema ditatorial

Somos filhos do futebol
Encherguemos com analogia
E movamos milhões
A favor da democracia

Vivendo intensamente a rotina de cada dia

Doia,
Por que ao certo não sabia
De vaidade ?
Ou por vergonha da verdade ?
Mas não mudava
Por falta de humildade não voltava
Dai se fez o infeliz que não chorava
Doia de vaidade mas não mudava

Sério,
Se julgava um mistério
Da vida
Não vive, so lida
Não sorria
Caso algo de bom via
E o tempo foi passando e ele se escondia
Sério, da vida não sorria

Sozinho,
Pensou em querer carinho
No escuro
Viu de lapse o fim do mundo
Morria
De medo da solidão.
Nao adiantava mais, o sol nao se abriria
Sozinho, no escuro...morria

Elegia de Estimação

No dia em que eu me apaixonei por uma gata.
Ela não queria carne, nem atum de lada
E por um momento, num feixe.
Minha gata me trocou,por uma cabeça de peixe

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Cogito, ergo sum

" Penso, logo existo "  foi a conclusão básica alcançada por René Descarte ao procurar bases solidas para a fundamentação do conhecimento humano. Negando falsas verdade, ele não conseguiu negar que pensava e nem a existência de Deus ( que não sera abordada com muito fervor nesse blog). Eis dai a logica que crio o nome do blog, produzir pensamentos, arte.