Porém, a Lua como todo e bom curioso, permitia-se observar os rituais que lhe aclamassem. O olho adorava que assim o fizessem e, muitas das vezes se emocionava ate chorar, derramando sobre aqueles que a gloriavam uma benção de energia tão forte quanto a sua própria força. Os abençoados, assim como a lua poderiam por qualquer um a um nível de insanidade quase nulo se assim fosse desejado, além dos outros poderes que o Olho carregava consigo em total sigilo.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
A lua, o olho.
Li em algum livro que a Lua era, antigamente ( ou em um tempo que não existiu), tratada como um olho. Diziam que quando aberto, ficava atenta as maldades que pessoas cometiam. Ela punia aqueles que fizessem atos maliciosos com a loucura, instaurando sobre eles o medo e o pavor. O olho então, quando fechado, permitia que o mal fosse feito, pois não ficava na espreita como fizera na lua cheia. Era o tempo dos amantes e feiticeiros impiedosos praticarem seus atos sem que a punição fosse jogada sobre eles, assim como quaisquer outros atos passavam despercebidos.
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